Programa preliminar GIGAPP2022

GT 2022-30 Políticas e Práticas para a Longevidade

Día 02. Jueves, 22 de septiembre 2022, de 12:00 a 13:50 pm (MAD-ECT)

ESPACIO 01. (Sesiones Híbridas). Super Aula (NT 115) Primera planta

GT.2022-30
Políticas e Práticas para a Longevidade - Gegop Longevidade

Coordinador/a: Simone Martins

Professora da Universidade Federal de Viçosa

Email: simone.m@ufv.br

Coordinador/a auxiliar: Rosa Mari Roig Berenguer

Email: Rosa.Roig@uv.es

GT Panel con 13 propuestas aceptadas, (4 virtuales y 5 presenciales, 4 comunicaciones sin presentación ).

Formato sesión: (Híbrida)

Status panel: Aprobado OK

RESUMEN JUSTIFICACION

A Longevidade, nosso tema central, é uma importante transformação na dinâmica social e um fenômeno mundial deste século e, sem dúvida, representa uma conquista da humanidade. Também implica desafios para diversos sectores da sociedade em termos econômicos, políticos, financeiros e sociais. Durante o século XX o aumento da expectativa de vida foi inicialmente gradativo e acelerou nas últimas décadas. As projeções para o ano 2050 mostram maior presença de pessoas idosas do que temos hoje. O mundo precisa se entender como longevo para se preparar para as transformações originadas pelo envelhecimento populacional.

Tratar das soluções para lidar com os problemas complexos que estão relacionados à Longevidade é o objetivo deste grupo de trabalho. Como é sabido, se estima que em 2050 uma de cada cinco pessoas terá uma idade igual ou superior a 60 anos (ONU, 2017). Diante deste cenário é necessário que todos estejam comprometidos em colaborar para preparar as nossas cidades para que sejam amigáveis para toda a sociedade. O cenário nos impõe a necessidade de pensarmos em políticas públicas de forma transversal, para que os cidadãos, de todas as idades, tenham a oportunidade de colaborar para a efetividade de políticas mais justas e inclusivas, para que a sua própria velhice seja com dignidade humana. Espera-se receber colaborações sobre novas formas de governança para romper com os modos de gestão setorizada; sobre as estratégias das cidades para lidar com o processo de envelhecimento acelerado; sobre políticas e iniciativas que qualificam a vida longeva. Com este GT se assume a relevância de compartilhar as responsabilidades entre os diferentes segmentos da sociedade e de repensar a velhice, as políticas para os cuidadores, as relações intergeracionais e as formas alternativas de gestão e participação social que sirvam para abordar o fenômeno do envelhecimento mundial e os desafios a ele relacionados. Ainda são poucos os trabalhos sobre a temática. Venha colaborar no compartilhando neste espaço os seus conhecimentos.

La longevidad, nuestro tema central, es una transformación importante en la dinámica social y un fenómeno mundial de este siglo y, sin duda, representa un logro de la humanidad. También implica desafíos para diferentes sectores de la sociedad en términos económicos, políticos, financieros y sociales. Durante el siglo XX, el aumento de la esperanza de vida fue inicialmente gradual y se aceleró en las últimas décadas. Las proyecciones para el año 2050 muestran una mayor presencia de personas mayores que la que tenemos hoy. El mundo necesita entenderse a sí mismo como una persona longeva para prepararse para los cambios que trae consigo el envejecimiento de la población.

Tratar de soluciones para hacer frente a los complejos problemas que están relacionados con la Longevidad es el objetivo de este grupo de trabajo. Como es bien sabido, se estima que para el año 2050 una de cada cinco personas tendrá 60 años o más (ONU, 2017). Ante este escenario, es necesario que todos nos comprometamos a colaborar para preparar nuestras ciudades para que sean amigas de toda la sociedad. El escenario nos impone la necesidad de pensar las políticas públicas de manera transversal, para que los ciudadanos de todas las edades tengan la oportunidad de colaborar para la efectividad de políticas más justas e inclusivas, para que su propia vejez sea con dignidad humana. Se espera recibir colaboraciones sobre nuevas formas de gobernanza para romper con los modos de gestión sectoriales; sobre las estrategias de las ciudades para hacer frente al proceso de envejecimiento acelerado; sobre políticas e iniciativas que califican la larga vida. Este GT asume la importancia de compartir responsabilidades entre diferentes segmentos de la sociedad y repensar la vejez, las políticas para los cuidadores, las relaciones intergeneracionales y formas alternativas de gestión y participación social que sirvan para enfrentar el fenómeno del envejecimiento global y los desafíos relacionados. Todavía hay pocos trabajos sobre el tema. Ven y colabora compartiendo tus conocimientos en este espacio.

2022

Hasta el 22 de agosto 2022, los/las participantes deberán registrarse y pagar cuota y subir documento definitivo (WORD) en su espacio personal Mi tablero, siguiendo las normas de estilo.

Propuestas aceptadas

021. Lei de Incentivo de Esporte para Idosos no Rio Grande do Sul: Uma Proposta de Adesão aos Municípios

Autor(es/as): Suzete Maria Carbonell Leal.

Entidad: GEGOP/CNPQ.

Email contacto: (suzicarble@gmail.com)

Em 2016, o Brasil tinha a quinta maior população idosa do mundo, e, em 2030, o número de idosos ultrapassará o total de crianças entre zero e 14 anos. Dentre os estados com maior proporção de idosos está o Rio Grande do Sul, com 18,6% de suas populações dentro do grupo de 60 anos ou mais. À medida que envelhece, a população passa a apresentar um perfil epidemiológico diferenciado. Segundo o Ministério da Saúde, o perfil epidemiológico da população idosa tem como característica o aumento progressivo da prevalência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como diabetes, doença arterial coronariana e doença pulmonar obstrutiva, entre outras, a partir das quais decorre a crescente demanda por cuidados de longa duração. Concomitantemente a essas mudanças demográficas, ocorreram mudanças nos padrões de saúde e doença e nas interações entre seus determinantes. A maior longevidade da população alinhada à prática esportiva favorece o fortalecimento dos aspectos físicos do controle motor, tais como os aspectos anatômico e fisiológico da mobilidade, e permite uma ampliação de possibilidades para a manutenção do desenvolvimento bio psíquico e social e espiritual na velhice. Ser mais ativo não faz bem apenas para os indivíduos, como também é vital para o funcionamento da nossa sociedade de uma maneira mais ampla à medida que ela envelhece. Adotar e manter um estilo de vida saudável compreende, entre vários outros aspectos, a inclusão da prática regular de atividades físicas. Entre as muitas possibilidades de práticas corporais, o esporte se destaca como importante ferramenta de inclusão social, interação e manutenção das condições físicas, aspectos fundamentais e essenciais na associação entre saúde e envelhecimento, proporcionando maior integração na sociedade e melhoria da qualidade de vida dos idosos. Propomos a reflexão sobre conceito, objetivos, metodologia, estratégias e conteúdo para o desenvolvimento de programas de esporte para idosos, levando em conta a regulamentação da lei que Institui a Política Estadual de Incentivo à Prática de Esportes para Idosos no RS. Considerando os benefícios e as muitas alternativas dessa prática, buscando um envelhecimento ativo, saudável sustentável tornando as cidades inclusiva, amiga de todos os segmentos.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Ponencia virtual.

Status: Accepted-Aceptado


028. Políticas Públicas de Fortalecimiento de la Convivencia Social de las Personas Mayores en Brasil y España

Autor(es/as): Silvia M.M. Costa | Carmen Pineda Nebot.

Entidad: IInvestigadora GIGOP-UFV. Instituto de Políticas Públicas e Desenvolvimento Sustentável (IPPDS)/UFV (Brasil) | Investigadora GEGOP/UFV.

Email contacto: (silmag.costa@gmail.com | carmenpinedanebot@hotmail.com)

El alargamiento de la vida de las personas representa una conquista de la humanidad alcanzada gradualmente a partir de mediados del siglo XX. En Brasil, en 2019, la esperanza de vida era de 76,6 años, reduciéndose a 72,2 debido a la pandemia de Covid-19 (Valor Econômico, 2022). En España ha ocurrido algo similar, bajando la esperanza de vida desde 83,6 en 2019 a 82,3 después de la pandemia (Expansión, 2022). De los 210 millones de brasileños, casi el 18% (37,7 millones) son personas de 60 años o más (IBGE, 2020). En España el 19,3% del total de 47 millones de la población tiene más de 60 años (INE, 2020). El panorama del envejecimiento de la población conlleva desafíos planteados por las diferentes visiones sobre las personas mayores que afectan a la vida de esas personas, con repercusión en las relaciones sociales. La visión positiva considera que las personas mayores contribuyen significativamente al desarrollo económico y social de los países. Existiendo otra visión negativa que puede precipitar el aislamiento de la persona mayores. (Dórea, 2020; Winandy, 2021). Visiones positivas o negativas de la vejez provienen de nuestra propia forma de organizar la sociedad. La convivencia social es natural a partir del nacimiento y se produce a lo largo de toda la vida, disminuyendo a partir de los 60 años, a causa de una serie de factores. Las políticas públicas para la promoción de la convivencia ofrecen respuestas a las demandas de los mayores y de reintegración a la sociedad, como estrategias de mejora de la calidad de vida y de las interacciones sociales. Acciones de todos los niveles de Gobierno generan espacios de convivencia para la vida cotidiana de las personas mayores independientes y también para las personas en situación de vulnerabilidad y dependencia. (IPEA, 2004, P. 18) Esta comunicación técnico-científica presenta un estudio documental sobre los temas de convivencia y políticas públicas para los mayores en Brasil y en España, analizando semejanzas y diferencias relacionadas con las realidades económicas, sociales y políticas de los dos países, en la búsqueda de una vida social plena para las personas mayores.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Ponencia Presencial(Madrid).

Status: Accepted-Aceptado


044. Fragilidade, Condições de Saúde e Qualidade de Vida do idoso do município de Araras/São Paulo

Autor(es/as): Higor Matheus de Oliveira Bueno | Felipe Bueno da Silva | Márcia Thaís de Souza | Giovanne Bento Paulino | Gilson de Vasconcelos Torres | Aline Maino Pergola-Marconato.

Entidad: Centro Universitário Hermínio Ometto | Centro Universitário Hermínio Ometto | Centro Universitário Hermínio Ometto | FENF UNICAMP | Universidade Federal do Rio Grande do Norte | Centro Universitário Hermínio Ometto.

Email contacto: (higormatheusbueno3@gmail.com | felipebueno99@alunos.fho.edu.br | marcia.souza@alunos.fho.edu.br | giovanne@fho.edu.br | gilsonvtorres@hotmail.com | aline.marconato@fho.edu.br)

Introdução: A senescência é um fator imutável, fisiológico e natural que acerca toda a sociedade, independentemente de condições sociais, econômicas e culturais. Adjacente à ela deriva a senilidade, fator patológico que conduz a pessoa idosa à muitas síndromes, como a síndrome da fragilidade. Diante disso, pode-se afirmar que a síndrome da fragilidade somado a más condições de saúde podem resultar na baixa qualidade de vida da pessoa idosa, portanto, identificar e analisar as relações desses fatores tornar-se-á de suma relevância. Objetivo: Analisar a relação de fragilidade com a qualidade de vida e as condições sociais e de saúde da pessoa idosa residente no município de Araras/SP. Método: Refere-se de estudo multicêntrico em rede internacional de pesquisa, analítico comparativo, longitudinal com abordagem quantitativa, multiprofissional e interdisciplinar, realizado com 59 idosos, considerados aqueles com idade igual ou superior a 60 anos, do município de Araras/SP. Os dados foram coletados mediante instrumentos transcritos para a plataforma online Google Formulários (Google Forms), dos quais destacam-se a Escala de Fragilidade de Edmonton (EFE) para avaliar a fragilidade e o Medical Outcomes Study 36 (SF-36) (instrumento genérico de avaliação de qualidade de vida), realizados individualmente de forma presencial. O Centro Universitário Hermínio Ometto (FHO), obteve aprovação do projeto pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) conforme CAAE 36278120.0.2010.5385 e parecer 4.393.230. Estudo realizado sob financiamento de bolsa de iniciação científica PIC - 2022. Resultados: Entre os 59 idosos participantes, a partir do (EFE), 17 foram considerados como aparentemente frágeis, 10 fragilidade leve, 2 fragilidade moderada, 1 fragilidade severa e 29 não apresentavam fragilidade. Para o (SF-36), 10 idosos apresentam baixa qualidade de vida, em contrapartida, 40 possuem boa qualidade de vida, havendo em todos os idosos associação significativa entre fragilidade e qualidade de vida. Conclusões: Desse modo, conclui-se que a amostra parcial respondente a esse projeto possui uma boa qualidade de vida e a pode ser avaliada como frágil, se considerada todos os parâmetros de fragilidade, desde aqueles que são classificados como aparentemente frágeis (17) à fragilidade severa (1), totalizando 30 idosos. como aparentemente frágeis (17) à fragilidade severa (1), totalizando 30 idosos.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Comunicación-sin presentación.

Status: Accepted-Aceptado

059. Envelhecimento ativo e educação:A experiencia do ensino remoto para o público 60 mais

Autor(es/as): Naiane Loureiro dos Santos | Erica Rodrigues de Oliveira | Tânia Ribeiro Alves.

Entidad: Instituto Ânima Sociesc de Inovação, Pesquisa e Cultura | Instituto Ânima Sociesc de Inovação, Pesquisa e Cultura | Instituto Ânima Sociesc de Inovação, Pesquisa e Cultura.

Email contacto: (naiane.santos@institutoanimaeducacao.org.br | erica.oliveira@institutoanimaeducacao.org.br | tania.alves@institutoanimaeducacao.org.br)

O aumento da longevidade tem propiciado o surgimento de novos desafios para todos os segmentos sociais, como mobilidade urbana, inclusão digital, saúde pública, dentre outros. Ser um país de longevos em um contexto permeado por desigualdades sociais como o Brasil aumenta significativamente estes desafios.A fim de contribuir com a redução dessas desigualdades junto à população idosa, o Instituto Ânima realiza desde 2017 o Programa Universidade Aberta à Pessoa Idosa, que oferece diversos cursos e oficinas. Este programa é uma oportunidade para pessoas com 60 anos ou mais continuarem a aprender, desenvolver novas habilidades e socializar-se com outras pessoas da mesma faixa etária.Em março de 2020, a pandemia provocada pela Covid-19 impôs várias restrições à interação social e aumentou a preocupação com a solidão e o isolamento, principalmente para o público idoso que, em geral, não utiliza ou tem dificuldade em usar dispositivos eletrônicos, como smartphones ou computadores. Com isso, tornou-se mais evidente criar estratégias para incluir digitalmente o público idoso. Nosso desafio era dar continuidade às ações do Programa por meio da modalidade de ensino remoto. Para isso, em 2020 realizamos uma pesquisa utilizando formulário eletrônico para compreender o perfil do público idoso na cidade de Belo Horizonte e região metropolitana, especialmente em relação ao uso de dispositivos eletrônicos e suporte que têm em casa para uso dessas ferramentas. A partir dos resultados obtidos desenvolvemos uma metodologia de ensino remoto inclusiva, considerando as especificidades deste público e, desde então, temos oferecido cursos e oficinas para as pessoas idosas de forma remota. Dentre os principais resultados observados, destacam-se: a melhoria das habilidades digitais, redução da dependência de outras pessoas no uso da tecnologia, maior estímulo de funções cognitivas, emocionais e comportamentais, além de melhorar autoestima e autoconfiança. Assim, de modo geral, pôde-se perceber uma melhoria na qualidade de vida do convívio social do público idoso, contribuindo, assim, para o seu processo de envelhecimento ativo. A proposta deste trabalho é apresentar a pesquisa realizada, bem como a metodologia utilizada para o ensino remoto e socializar os resultados alcançados no projeto desde a necessidade de implantação do ensino remoto.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Ponencia virtual.

Status: Accepted-Aceptado

096. Governo eletrônico e os serviços públicos para a população idosa no Brasil

Autor(es/as): Wellington Tavares.

Entidad: Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

Email contacto: (tom.ufop@gmail.com)

O crescimento no uso da internet e de suas ferramentas têm possibilitado ao setor público expandir sua atuação junto à sociedade por meio do que se tem convencionado denominar de e-gov, ou governo eletrônico. Nesse contexto diversas oportunidades têm surgido para os governos, tais como divulgação de informação institucional, comunicação com a sociedade e participação cidadã, além das ações voltadas para oferta, divulgação e/ou realização de serviços públicos, sendo esses um dos principais focos no contexto de governo eletrônico. Entre os diferentes grupos e perfis de cidadãos alcançados por estes serviços encontra-se a população idosa, que em constante crescimento e representatividade na sociedade passa a demandar cada vez mais atenção dos governos às suas peculiares necessidades e serviços públicos. Tendo em vista o desenvolvimento e disponibilidade de serviços públicos no meio digital e da crescente demanda por parte da população idosa, este estudo tem como objetivo identificar, apresentar e discutir os serviços públicos direcionados para pessoas idosas apresentados nos portais eletrônicos de prefeituras municipais. Para o alcance destes objetivos busca-se identificar e elencar tais serviços nos portais eletrônicos das prefeituras municipais das capitais dos vinte e seis estados brasileiros, a partir do acesso às seções de serviços (quando houver) e pesquisa na ferramenta de busca nestes portais. A partir daí são descritas, discutidas e sistematizadas as principais informações sobre tais serviços por categorias e, por fim, realiza-se uma comparação entre as informações apresentadas pelas as prefeituras municipais pesquisadas em seus portais. O estudo tem natureza qualitativa e foi realizado por meio de pesquisa documental em meio digital. Ao fim do trabalho é possível notar uma divergência acentuada nas quantidades e formas como os serviços são ofertados e/ou informados pelas prefeituras municipais analisadas, o que mostra uma necessidade de ampliação da oferta de serviços para a população idosa e de atenção para divulgação desses serviços, tornando mais fácil e intuitivo encontrar as informações sobre estes nos portais eletrônicos dos governos.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Ponencia virtual.

Status: Accepted-Aceptado

118. Rede global de cidades e comunidades amigáveis com a pessoa idosa (OMS): Uma Análise No Contexto Brasileiro

Autor(es/as): Juliana Mara Nespolo | Rodrigo Bordin | Suelyn Maria Longhi de Oliveira | Maria de Lourdes Bernartt.

Entidad: PPGDR/Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR | PPGDR/Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR | PPGDR/Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR | PPGDR/Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR.

Email contacto: (juliananespolo@hotmail.com | bordinrod@hotmail.com | suelyn@alunos.utfpr.edu.br | marial@utfpr.edu.br)

O fenômeno do envelhecimento populacional é um fato estrutural, muito presente nas sociedades contemporâneas e com o aumento da expectativa de vida, é expressivo o aumento do número de pessoas idosas no mundo, representando assim, desafios social, político e econômico. Organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) vêm alertando sobre a necessidade de as cidades apresentarem estruturas e oportunidades para a promoção do envelhecimento inclusivo, ativo e saudável. Assim, no ano de 2005 a OMS apresentou o Projeto Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa e a partir de 2008 vem certificando cidades no mundo todo como amigáveis à pessoa idosa, com o objetivo de tornar nosso mundo mais amigável à idade, estimulando o envelhecimento ativo, adaptar as estruturas e serviços das cidades e permitir que pessoas de todas as idades participem ativamente das atividades comunitárias, independentemente de sua idade, necessidades e graus de capacidade. Devido a amplitude deste projeto, no ano de 2010, a OMS criou a Rede Global de Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa, hodiernamente, constitída de 1.333 cidades, de 47 países diferentes. No Brasil, 18 cidades fazem parte dessa rede, quais sejam: Porto Alegre, Esteio e Veranópolis, no Estado do Rio Grande do Sul; Balneário Camboriú, em Santa Catariana; Jaguariúna e São José do Rio Preto, em São Paulo; Bom Sucesso do Sul, Chopinzinho, Dois Vizinhos, Itapejara D’Oeste, Pato Branco, Nova Esperança do Sudoeste, Pérola do Oeste, Realeza, Renascença, Santa Tereza do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste e Sulina, no Paraná. Por meio de uma pesquisa descritiva e exploratória, utilizando-se de procedimentos bibliográficos e documentais, o estudo tem como objetivo refletir sobre Rede Global de Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa no contexto brasileiro. Os resultados demonstram que o Programa Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa idosa compreende uma iniciativa importante, que vem ao encontro com o aumento da população idosa brasileira, estimulando ações para melhorar o processo de envelhecimento, com base no envelhecimento ativo, saudável, inclusivo e participativo.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Ponencia virtual.

Status: Accepted-Aceptado

165. A relação dos conselhos de direitos da pessoa idosa com as instituições de longa permanência para idosos em Minas Gerais

Autor(es/as): Natália de Cássia Horta | Maria Teresinha de Oliveira Fernandes | Luana Elias de Morais | Poliana Luzia da Silva | Tatiana Cristina Lopes Vieira | Juliane Fernandes Queiroz.

Entidad: Puc Minas | Puc Minas | Puc Minas | Puc Minas | Puc Minas | Puc Minas.

Email contacto: (nataliahorta@pucminas.br | mtofernandes@gmail.com | luanaelias982@gmail.com | polisilva17@yahoo.com.br | tati-cristia@hotmail.com | juliane@pucminas.br)

De acordo com o Decreto n. 9.893/2019, o Conselho Municipal de Direito da Pessoa Idosa (CMDPI) deveria ser implementado nos municípios brasileiros, visando a regulação do cuidado à população idosa. Objetivou-se analisar a relação dos CMDPI com as Instituições de Longa Permanência para Idosos em Minas Gerais (IPLI). Pesquisa exploratória, cujo campo foram os CMDPI/MG e suas relações com as ILPI. Participaram 45 Conselhos. A coleta de dados ocorreu por questionário online, disponibilizado entre dezembro/21 e janeiro/22. O projeto teve aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, CAAE: 38236920.5.0000.5137. A análise dos dados foi realizada na plataforma do Google Forms. Como principais resultados obteve-se: da composição dos CMDPI e suas representações governamentais e não governamentais, 59,1% dos respondentes foram presidentes dos Conselhos, o governo lidera as mesas diretoras numa média de 61,4%, enquanto que a sociedade civil consta de 38,6%. Sobre o quantitativo de IPLI identificadas pelos conselhos respondentes totalizam 83, sendo que 26 municípios tem apenas 1 instituição, 5 tem 2, 1 tem 4, 1 tem 11, 1 com 32 e 7 CMDPI (15,9%) informaram não haver ILPI; a natureza informada das ILPI foi de 8% privadas com fins econômicos e 86% privadas sem fins econômicos (referente às filantrópicas, religiosas ou públicas); 75% dos Conselhos têm inscritas todas as ILPI da sua área de abrangência; a relação dos Conselhos com as ILPI destacou-se a cooperação e fiscalização em 68%. Os conselhos municipais têm implicações na regulação e fiscalização das ILPI, seja qual for a natureza destas, pois são responsáveis pela transformação da realidade política das ILPI, que nestes tempos de isolamento social, devido à pandemia de COVID-19, colocou em relevo a necessidade de qualificação dessa relação, que poderá repercutir positivamente na vida dos idosos, uma vez que os municípios têm prerrogativas para formular suas próprias políticas, incluindo aquelas de cuidado de longa duração em seu âmbito político e administrativo.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Ponencia virtual.

Status: Accepted-Aceptado

167. Espacios de acciónpública dirigidos a garantizar los derechos de las personas mayores: diagnósticode la Amazonia Paraense

Autor(es/as): Carmen Pineda Nebot | Jones Nogueira Barros | Rose Martins Tavares.

Entidad: Investigadora GEGOP | Universidad de la Amazonia(UNAMA) | Universidad de la Amazonia(UNAMA).

Email contacto: (carmenpinedanebot@hotmail.com | jonesbarros51@hotmail.com | rose.tav@bol.com.br)

El mundo pasa por una revolución, aunque para muchos no sea perceptible – la revolución de la Longevidad. Según el Centro Internacional de Longevidad Brasil (ILC-Brasil/2015), cada segundo, dos personas en el mundo celebran 60 años, constituyendo unprivilegio sin precedentes, en tanto en que también imponen demandas sociales (salud, educación, trabajo, ocio, movilidad, etc) importantes para el bienestar. Esas demandas exigenreplantearse las políticas públicas necesarias para la construcción de ambientes y ciudades resilientes. Datos del IBGE (2019) revelanque,en el estado de Pará,la población de personas mayores creció un 23,5% entre 2010 y 2018, mientras que la población de jóvenes cayó el 15,9% en ese período. Según la estimación de población divulgada por el IBGE, en 2016, en el municipio de Belém, el más poblado del estado, había 149.990 personasmayores, número equivalente al 10,3% de la población. La capital paraense es considerada envejecida por la Organización Mundial de la Salud, que define que: un municipio con un porcentaje de mayores del 7%de su población es considerado envejecido (AGÊNCIA BELÉM, 2017), este hecho señala la necesidad de políticas públicas dirigidas a esa parte de la población. El objetivo de la investigaciónes realizar un diagnósticodelos espacios de acciónpública dirigidos a garantizar los derechos de las personas mayores en el del Pará. Se busca realizar un inventario de los consejos de derechos de las personasmayores existentes en los 144 municipios paraenses y comprender si tales consejos, en cuanto espacios de acción pública, han incidido en la agenda pública local para la provisión de las políticas públicas. Para ello, se examinan documentos de dominio público ylas demás fuentes de información que tratan de la cuestióny se realizan entrevistasa los representantes de los espacios de acción. En el campo teórico, el estudio pretende contribuir sobre el tema, aún carente de estudios, especialmente en la Amazonia, de la longevidadyde los espacios de acción pública para garantizar los derechos de las personas mayores. En el campo empírico, la comunicación permite conocer si existen consejos de personas mayores y su número en los municipios del Pará, entendidos aquí como espacios de acción pública, así como suincidencia en la agenda pública local.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Ponencia Presencial(Madrid).

Status: Accepted-Aceptado

182. Custos por direcionador de ILPIs filantrópicas e privadas de Minas Gerais durante a pandemia de COVID-19

Autor(es/as): Lívia Ornelas Hisse | Tainá Rodrigues Gomide Souza PInto | Natália de Cássia Horta | Marina Celly Martins Ribeiro de Souza | Julia das Graças Rodrigues de Almeida.

Entidad: Universidade Cândido Mendes | Universidade Federal de Viçosa | Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais | The College of New Jersey | Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Email contacto: (liviaohisse@gmail.com | taina.gomide@ufv.br | nataliahorta@pucminas.br | desouzam@tcnj.edu | jgralmeida@sga.pucminas.br)

O envelhecimento populacional percebido em larga escala nas últimas décadas tem implicado em um processo de reestruturação da sociedade e do processo de cuidado. As Instituições de Longa Permanência para Idosos surgem na tentativa de assistência à população idosa. Entretanto, a literatura apresenta um desfalque no que tange a gestão financeira dessas instituições, além disso, existe uma defasagem do setor administrativo financeiro e uma evidente falta de apoio governamental. Ademais, todas as análises consideram a atual condição pandêmica que se apresenta como determinante para as adversidades financeiras e suas consequências. Diante do exposto, o objetivo do trabalho foi analisar comparativamente receita e custo por residente em instituições privadas e filantrópicas no contexto da COVID-19. No que diz respeito ao percurso metodológico, trata-se de estudo transversal, descritivo-exploratório, realizado no estado de Minas Gerais com 10 instituições de idosos, sendo cinco filantrópicas e cinco privadas. Foram analisados dados referentes a receita, custos, resultados brutos totais e por residente de cada uma das instituições e, por fim, uma comparação com base na natureza da ILPI. Os resultados demonstram que o valor das receitas totais em ILPIs filantrópicas é maior, em comparação às de natureza privada. Em relação aos custos, as instituições filantrópicas possuem custos totais maiores do que as privadas. Tendo sido consideradas como categorias os direcionadores: alimentação, hospedagem, higiene e conforto, atendimento clínico e lazer. A hospedagem representa o maior custo por residente. Em segundo lugar, o direcionador de higiene e conforto, seguido pela alimentação. O atendimento clínico ocupa o quarto lugar, já o lazer, o menor gasto por interno. O descaso e a falta de apoio público e governamental às ILPIs, independente da natureza, têm se apresentado como o empecilho principal, que implica na necessidade iminente de avanço. Além disso, a gestão que se apresenta como ineficiente ou inexistente em algumas instituições, no contexto institucional, também é uma problemática. Os achados do estudo reforçam o incipiente gerenciamento de custos nas ILPI e o agravamento da situação financeira das instituições, principalmente durante a pandemia da COVID-19.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Ponencia Presencial(Madrid).

Status: Accepted-Aceptado

206. Gestão Financeira das Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI’s) no contexto da pandemia de COVID-19

Autor(es/as): Leonardo Fortes Sena | Tainá Rodrigues Gomide Souza Pinto | Livia Ornelas Hisse | Sabrina Castro.

Entidad: Universidade Federal de Viçosa | Universidade Federal de Viçosa | Universidade Federal de Viçosa | Universidade Federal de Viçosa.

Email contacto: (leonardo.sena@ufv.br | taina.gomide@ufv.br | liviaohisse@gmail.com | sabrina.castro@ufv.br)

Segundo a ANVISA (2005) instituições de longa permanência para idosos são instituições governamentais ou não governamentais, de caráter residencial, destinadas ao domicílio coletivo de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, com ou sem suporte familiar e em condições de liberdade, dignidade e cidadania. Essas instituições têm aumentado significativamente no Brasil nas últimas duas décadas e os desafios de gestão financeira têm acompanhado tais instituições (SOUZA; HORTA; CUNHA et al, 2018). A pandemia do Coronavírus se configurou como um agravante para tais desafios financeiros que, consequentemente, impactaram na gestão do cuidado das ILPIs ao elevar a perda de residentes por óbito, redução das doações, entre outros (TARRIO; SÁNCHEZ, 2020). Tendo em vista os entraves existentes e as consequências que podem ser acarretadas diante dessa área em crescimento, o objetivo do estudo é analisar a gestão financeira das Instituições de Longa Permanência para Idosos, considerando os procedimentos de planejamento, controle, execução de recursos e prestação de contas, no contexto da pandemia do COVID-19. Esse estudo trata-se de uma pesquisa avaliativa quanti-qualitativa. O cenário do estudo será composto por 10 ILPIs filantrópicas do estado de Minas Gerais. O percurso metodológico será estruturado em 2 vetores: O primeiro se caracteriza pela obtenção dos dados por meio de revisão sistemática da literatura, grupo focal virtual por meio de plataformas eletrônicas com gestores de instituições e formulários eletrônicos para identificação de procedimentos de planejamento, controle e prestação de contas mais utilizados e proposição de melhores modelos para cada realidade. Enquanto o segundo vetor trata-se da comparação entre a situação financeira antes e durante o contexto da pandemia. No atual momento da pesquisa, que está em desenvolvimento, os dados foram coletados e está na fase de análise

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Comunicación-sin presentación.

Status: Accepted-Aceptado

248. Governança pública no âmbito da estratégia Brasil Amigo da pessoa idosa: um estudo sobre percepções de controle e participação social de pessoas idosas

Autor(es/as): Paulo Adão de Medeiros | Marcos Molinari | Jairo Anello | Simone Martins | Rogério João Lunkes.

Entidad: Universidade Federal de Santa Catarina | Universidade Federal de Santa Catarina | Departamento Social - Federação Catarinense de Basketball | Universidade Federal de Viçosa | Universidade Federal de Santa Catarina.

Email contacto: (paulofisiosm@yahoo.com.br | marcos@imagineconhecer.com.br | jairoanello@gmail.com | simmone.martins@gmail.com | rogerio.lunkes@ufsc.br)

Introdução: A Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa (EBAPI) auxilia os órgãos públicos na efetivação de uma gestão intersetorial e interinstitucional que permita os municípios promover o envelhecimento ativo dos cidadãos. Para tanto, torna-se essencial levar em consideração princípios de Governança Pública como a participação social nas decisões, permitindo maior controle dos cidadãos sobre a administração pública. Objetivo: identificar a percepção de pessoas idosas sobre o controle e participação social relacionando aos princípios de governança pública em âmbito municipal. Métodos: Estudo qualitativo realizado para o diagnóstico municipal da EBAPI. A amostragem intencional selecionou idosos com 60 anos ou mais, residentes em diferentes regiões de um município de grande porte no sul do Brasil e com diferentes características sociodemográficas e condições físicas. Os dados foram obtidos a partir de grupos focais seguindo o roteiro orientador da EBAPI. Esses grupos foram gravados e tiveram as narrativas transcritas, sendo que a interpretação por meio do método de análise temática. Assim, com base na análise dos conteúdos discursivos foram elencadas categorias de acordo com cada uma das oito dimensões da EBAPI. Para esse estudo será apresentado apenas os resultados em relação ao controle social obtidos na analise da dimensão “Participação Social”. Resultados: Participaram 50 idosos divididos em cinco grupos focais por regiões. Foram identificadas duas categorias temáticas: 1) conselhos de direitos da pessoa idosa; 2) civismo/cidadania. Percebeu-se nas falas que muitos idosos costumam participar de vários espaços de discussão e decisão como os conselhos comunitários e de direitos; Demonstram consciência política sobre os seus direitos; Relatam a importância da união, participação, atuação junto aos demais idosos e gestão pública para angariar conquistas sociais. No entanto, outros desconhecem a existência ou o tipo de atuação desses órgãos de controle social. Ainda, surgiram críticas, descontentamentos e falta de confiança com a classe política de maneira geral, como também relatam falta de cumprimento da legislação em relação aos direitos das pessoas idosas. Considerações finais: Os resultados indicam a necessidade da educação para o desenvolvimento da cidadania; além de potencializar a participação e desmistificar estereótipos em relação a capacidade dos idosos de continuar contribuindo para a sociedade.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Comunicación-sin presentación.

Status: Accepted-Aceptado


271. Direitos e práticas sociais de proteção a pessoa idosa no Brasil: Análise de debate  

Autor(es/as): Marcia Antunes da Rocha.

Entidad: PPGDR/UTFPR.

Email contacto: (marciaarolim@hotmail.com)


No Brasil, considerado o país ainda em desenvolvimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010), há algumas décadas iniciou-se um processo de inversão da característica populacional, com decréscimo nas taxas de natalidade e mortalidade, o que resultou em um aumento da população idosa. O aumento do número de pessoas idosas enseja a necessidade de mudanças de perspectivas no modo de gerir a sociedade como um todo, haja vista a necessidade de adequação a políticas sociais e de saúde, bem como no modo de atender às necessidades e problemas decorrentes do envelhecimento populacional. Levando-se em consideração que a maior atenção aos direitos das pessoas idosas ocorreu, no Brasil, a partir da Constituição Federal de 1988, mediante a criação de Conselhos de Direitos e abertura de novas possibilidade de atuação do Ministério Público, incluindo a defesa da pessoa idosa no contesto da proteção e garantia de direitos. A pesquisa pretende evidenciar o processo de estruturação e implementação das políticas sociais de atendimento aos idoso no Brasil, apresentando os principais destaques leais internacionais e da américa latina que contribuíram para a transformação da garantia aos direitos dos idosos no país. Entre os destaques é relevante pontuar os debates de 1982 que ganharam maiores proporções, quando, por meio da Resolução 33/52, a Organização das Nações Unidas - ONU, convocou a Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento, elaborando o “Plano Internacional sobre o Envelhecimento”. Sendo assim, a pesquisa descritiva e exploratória, utilizando-se de procedimentos bibliográficos e documentais, o estudo tem como objetivo revelar os aparatos legais que amparam a garantia de direitos sociais aos idosos no país e pontuar práticas de proteção que estão viabilizando a promoção do envelhecimento dos idosos no Brasil. E na direção da proteção e promoção do atendimento da população idosa em nível local, nacional e mundial é preciso destacar o Programa Cidades e Comunidades Amigáveis à Pessoa Idosa. Com os resultados do estudo compreende-se que o fenômeno do envelhecimento populacional, provoca reflexos no âmbito legislativo e social, porém a efetivação de políticas sociais e da prática efetiva destas propostas, podem resultar em um envelhecimento mais seguro.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Comunicación-sin presentación.

Status: Accepted-Aceptado

290. Longevidade e Políticas Públicas: IA e GeoAnalytics no Novo Normal

Autor(es/as): Eduardo de Rezende Francisco | Rubens Costa de Almeida.

Entidad: FGV | FGV.

Email contacto: (eduardo.francisco@fgv.br | rubenslinker@gmail.com)

O aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população brasileira têm acarretado diversos desafios ao setor público, especialmente no que se refere à garantia da integralidade da atenção à saúde e assistência social. Neste contexto, e frente à quase inexistência de iniciativas baseadas em dados focadas especificamente nas necessidades desta parcela da população, este artigo discute o desenvolvimento de modelos preditivos computacionais (ou algoritmos) geográfico-estatísticos e de Inteligência Artificial para criar indicadores para subsidiar o planejamento, a gestão e a análise de impacto de políticas públicas de longevidade e de atenção ao idoso através do uso de grandes e variados conjuntos de dados, análises geoespaciais e ferramentas de <em>Big Data Analytics</em> – em especial, na vertente de inclusão/exclusão digital do idoso. Uma plataforma baseada em dados georreferenciados sustenta a proposição dos métodos analíticos e a inovação na integração entre técnicas de <em>Data Science</em> e de Estatística Espacial, e é em si um dos artefatos importantes deste projeto. Em síntese, trata-se de trazer a revolução dos dados para a assistência social brasileira, em particular para a população idosa. São ainda bastante incipientes os estudos que consideram integrar as perspectivas de geointeligência e de <em>Data Science</em> em contextos das Ciências Sociais aplicadas. O aumento da população idosa, em taxas crescentes no Brasil, demanda serviços em volume superior à disponibilidade, considerando-se os recursos humanos e financeiros disponíveis. Neste contexto, é fundamental direcionar os programas e ações para o público-alvo, evitando desperdícios e lacunas. A plataforma se constitui numa ferramenta para o tomador de decisão, baseada em dados georreferenciados, atualizados constantemente, facilitando o acesso dos usuários, e permitindo uma visão integrada de indicadores e desdobramentos de políticas públicas de saúde e assistência social, com desdobramentos para a indústria e sociedade civil.

GT-Panel: GT.2022-30 GEGOP Longevidade (Simone Martins)

Formato propuesto: Ponencia Presencial(Madrid).

Status: Accepted-Aceptado